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NA MIRA DA CORRUPÇÃO: VAZA ÁUDIO DE PRESIDENTE DE SINDICATO ADMITINDO FAVORECIMENTOS NO ESPÍRITO SANTO

O esquema de favorecimento a entidades no setor de transportes do Espírito Santo, objeto de investigação do Ministério Público, tem um desdobramento bombástico. O esquema estaria usando a influência e a “legitimidade”, que Álvaro Ferreira, presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens no Espírito Santo (Sindicam-ES) invoca no áudio, de outubro deste ano(2017), onde assume a autoria da manipulação que exerce. Com o objetivo “obrigar” empresas que necessitavam de serviços de transportes de cargas, a escolher como parceiros apenas os ‘indicados’ pelos envolvidos no esquema. Dentre estes a Transcopes – Cooperativa de Transportes do Espírito Santo, apontada como integrante do esquema.

Dos quatro nomes que estão presentes na denúncia apresentada ao Ministério Público, apontados como possíveis operadores deste esquema: Jonilson Nunes, Paulier Marques Ramos Baeta e Wagner Aucione Lopes. Mas, também em seu áudio ao atacar a TransFagundes, na figura de Paulo Fagundes, citado no principio de sua fala, Álvaro Ferreira puxa para si a responsabilidade pelo esquema, tentando “aliviar” para os demais operadores.

Álvaro deixa claro o favorecimento aos seus indicados “TODO TRANSPORTE QUE VIER PARA O SINDICATO SEJA ELE CAÇAMBA, SEJA ELE TRANSPORTE DE CONTAINER VAI FICAR PARA OS MEUS ‘ASSOCIADOS’ ”, entenda-se por ‘associados’ a Transcopes, e empresas ligadas a Álvaro Ferreira. O mesmo desdenha da empresa que teria reclamado da interferência “F0#@-SE TRANSFAGUNDES! F0#@-SE PAULO FAGUNDES, EU NO TÔ NEM AÍ PRA ELES NÃO!” O operador do esquema ainda enche a boca para afirmar que continuará com a prática de manipulação, e ressalta  “NUM FUTURO BEM PRÓXIMO (…) OS PRÓXIMOS QUE ‘TIVER’ OS PRÓXIMOS QUE VIEREM, SE QUALQUER UMA EMPRESA PROCURAR O SINDICATO EU VOU INDICAR VOCÊS” (Transcopes e demais empresas favorecidas).

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O surpreendente, é que pessoas como Álvaro Ferreira se sentem tão acima da lei, que ele atribui a reclamação da TransFagundes, a uma “falha de comunicação”, em teoria já solucionada. Provavelmente, esclarecendo que “manda quem pode obedece quem tem juízo”. E pasmem o próprio presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens no Espírito Santo (Sindicam-ES), autoriza em tom ameaçador, que o áudio seja repassado de forma que o mesmo chegue ao representante da TransFagundes, Paulo Fagundes. Fique tranquilo Álvaro Dias, certamente o áudio chegou ao Paulo Fagundes, da mesma forma que chegou também a imprensa e ao Ministério Público do ES, e a todo o Brasil.

Agora é só dar continuidade as investigações, e a Justiça ‘chegar junto’ para acabar com esta clara interferência na ordem econômica, no setor de Transportes. Para que assim todos os envolvidos nesse esquema sejam devidamente punidos, e parem de tirar a oportunidade de trabalhadores de bem, que sofrem em consequência deste tipo de favorecimento.

É importante ainda lembrar aos envolvidos, que denunciantes apontam para o apadrinhamento político do Sindicato e da Cooperativa, mas, correr para debaixo da saia do “padrinho” só irá piorar a situação, agregando mais um crime a lista de infrações, o de tráfico de influencia. Lastimável, que na atual conjuntura que o país vive quem deveria representar os caminhoneiros, e defender seus direitos, se vende a favorecimentos, e tira de muitos carreteiros o direito de garantir o sustento de sua família. Isso não pode ficar assim, a Justiça precisa tomar providencias.

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Postos tentam lucrar com protestos e são investigados pela Polícia Cívil

A OCASIÃO FAZ O LADRÃO ?

A população que até compreende os protestos que fecharam a entrada de distribuidores de combustíveis na última terça(13); Mas, além de encarar as longas filas de espera nos postos que ainda possuem combustíveis, o que tem deixado os clientes realmente irritados foi o súbito aumento dos preços da gasolina. Em alguns lugares a gasolina já chega a R$ 4,99.

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Até em cidades que ainda não sofrem com o desabastecimento como é o caso de Minaçu, no norte goiano, o litro de gasolina subiu e agora é vendido a R$ 4,94, e do etanol a R$ 3,74.  Em Aparecida de Goiânia, na mesma situação, já há postos cobrando pela gasolina: R$ 4,99.

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Mas, a Superintendência Estadual de Proteção aos Direitos do Consumidor (Procon-GO) atenta aos aumentos, principalmente do etanol, sem justificativa do preço dos combustíveis , já enquadrou 60 postos  em uma ação, por suspeita de aumento abusivo no valor do combustível. Ou seja, alguns ‘espertos’ estariam aumentando os preços se aproveitando dos protestos, mesmo que não houvesse desabastecimento.

Segundo o órgão, alguns estabelecimentos tiveram lucro de até 120% em Goiânia.
O reajuste também influencia no valor da gasolina.“A elevação do etanol sem justa causa está mantendo o preço da gasolina do jeito que está, elevado desta forma por falta de opção do consumidor de buscar o outro combustível”, afirma a superintende do Procon-GO, Darlene Araújo.( Fonte: G1)

A Polícia Civil também está investigando postos de combustíveis de Goiânia, por possível formação da cartel. O Procon também acredita que os postos estejam infringindo a lei e o direito dos consumidores. O processo encontra-se em andamento na Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra o Consumidor, conforme informou a Polícia Civil.

ENTENDA O CASO – Protestos e Desabastecimento

Desde segunda (13)  um protesto de caminhoneiros bloqueou a porta de distribuidoras de combustível em Goiânia e Senador Canedo. Por causa do protesto algumas cidades já sofrem com o desabastecimento.

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Conforme informações do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto), em Goiânia ao menos 60 postos estão com problemas de desabastecimento desde a tarde de terça-feira (14). Além disso, há duas cidades onde já não há gasolina nem etanol em nenhum estabelecimento. E pelo menos 10 cidades além das citadas já sofrem com o desabastecimento também.

“De acordo com o representante do Sindiposto, Antônio Carlos de Lima, em todo o estado há 1.620 postos de combustíveis. Ele não dizer exatamente quantos estão enfrentando o problema, mas listou algumas cidades com desabastecimento.
“Há falta de combustíveis em cidades como Inhumas, Piracanjuba, Rio Quente, Firminópolis, Caldas Novas” (Fonte: G1)

Os protestos chamam atenção para os inúmeros aumentos nos preços dos combustíveis inclusive o Diesel. Além de agregar pautas diversas da categoria que está em situação calamitosa, devido ao descaso, não apenas do atual governo , mas, de tantos outros que passaram.

Se a intenção dos caminhoneiros era de chamar atenção, eles conseguiram. Mas, o que também chamou a atenção, inclusive da polícia foi a conduta criminosa de alguns postos.

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COOPERATIVA DE TRANSPORTE É ALVO DE INVESTIGAÇÃO NO ESPÍRITO SANTO

O Ministério Público investiga no Espírito Santo, duas entidades representantes do ramo de transportes. Aparentemente, o objetivo de uma das entidades investigadas era o de “obrigar” empresas que necessitavam de serviços de transportes de cargas, a escolher como parceiros apenas os ‘indicados’ pelos envolvidos no esquema. Inclusive serviços oferecidos pela própria cooperativa, investigada, a  Transcopes – Cooperativa de Transportes do Espírito Santo.

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A Transcopes possuía integrantes que também ocupavam cargos em um outro Sindicato do Espírito Santo, e são suspeitos de utilizarem informações privilegiadas, além de possíveis ameaças e coação para interferir nas negociações do transporte de cargas, no estado, para favorecer grupos específicos. Pode ainda ter ocorrido o uso indevido da influência que possui o sindicato, sem qualquer autorização dos demais componentes.

Quatro nomes foram citados na denúncia apresentada ao Ministério Público, como possíveis operadores deste esquema: Jonilson Nunes, Paulier Marques Ramos Baeta e Wagner Aucione Lopes. O quarto elemento, que não teve seu nome revelado, por enquanto, conforme provas apresentadas, tentou livrar os três nomes citados anteriormente. E se colocou como principal responsável pelas negociações.

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Este suposto “responsável” pelo esquema deixa bem evidente que “irá, sim, favorecer” grupos específicos. E repetidas vezes afirma que garantirá as empresas favorecidas o domínio nos serviços de transporte de cargas que venham a ser oferecidos na região.
Se comprovadas as denúncias os envolvidos responderão por crimes de interferência a ordem econômica, e crimes previstos no Código Penal, como é o caso do crime de ameaça.

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O PREFEITO E O ESQUEMA DOS MAFIOSOS DO TRANSPORTE

A cidade de Bezerros tem uma população estimada de 60.469 habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A renda per capita da maioria da população é de meio salário mínimo. Isso mesmo, meio salário mínimo. E vale perguntar: Em uma cidade onde índices como este demonstram que a população precisa de socorro, e iniciativas que modifiquem este cenário para garantir melhorias na qualidade de vida das pessoas, o que tem feito seus representantes para isso?

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Esta semana foi alardeada a construção do pátio dos Cegonheiros de Bezerros, aparentemente, algo positivo. Seria de fato se não se tratasse de uma manobra que visa beneficiar apenas grandes empresas, e uma verdadeira máfia que visa desestabilizar o mercado de transportes em Pernambuco. Todos acompanharam as disputas pelas cargas da fábrica da Jeep, em Goiana. No entanto, como foi denunciado em diversos veículos de comunicação as mobilizações foram feitas por falsos-cegonheiros que enganaram, pediram dinheiro a diversos trabalhadores de bem, prometendo vagas de trabalho que não existiam. Usaram os motoristas como massa de manobra, e depois descartaram e ameaçaram quem se atreveu a tentar denunciar o esquema. Deixaram apenas um rastro de engano e prejuízos.

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Agora o Prefeito de Bezerros, Branquinho, dá abertura para este imenso esquema se instalar em Bezerros, travestidos de incentivo. Será que o prefeito faz isto cooptado e iludido pelas promessas dos envolvidos no esquema, ou estará agindo de má fé, com interesses em também garantir o seu “quinhão” caso os intentos maliciosos dos grandes empresários, que tentam quebrar o acordo da Jeep, com sua parceira legítima há anos seja alcançado? Acaso se beneficiado pelo esquema o prefeito Branquinho, dividirá os milhões que correm no mercado de transporte de cargas em negociatas como esta, para a população ? Ou apenas ele e os seus serão beneficiados? Sim, pois é válido lembrar que o prefeito de Bezerros, tem garantido já um polpudo salário e não faz parte da grande maioria da população que sobrevive com meio salário mínimo.

Então vamos relembrar que das várias atribuições que competem a um prefeito estão : tomar medidas para melhor zelar pela limpeza da cidade, além de atender as demandas das áreas da educação, da saúde, do transporte, da cultura e outros; ouvir e atender a comunidade, no sentido de atender as suas necessidades. E não está entre as atribuições garantir benefícios próprios, ou favorecer empresas que estão interferindo claramente na livre concorrência no ramo de transportes de cargas. Olho vivo população de Bezerros.

 

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Dep. Pastor Eurico, Dep Gonzaga Patriota envolvidos em esquema de corrupção junto com o midas do crime Heracles Marconi

Dep. Pastor Eurico, Dep Gonzaga Patriota envolvidos em esquema de corrupção junto com o midas do crime Heracles Marconi

Heracles Marconi Góes da Silva, advogado pela Universidade Federal da Bahia fez sua carreira defendendo Igrejas Católicas, Batistas e empresários. Mas, tornou-se notícia em 2014 quando foi preso na Operação “Toque de Midas” como participante da organização criminosa responsável pelo esquema criminoso que levava entorpecentes de São Paulo para o sertão Pernambucano, para ser redistribuído.

Balanço Final da Operação Toque de Midas (Matéria completa clique na imagem)
Balanço Final da Operação Toque de Midas (Matéria completa clique na imagem). Heracles marconi Goes, o estelionatário.

No entanto, nos dias em que não é advogado, Heracles atua falsamente, utilizando indevidamente o nome do Sintraveic-PE (Sindicato dos Transportadores Autônomos e Micro Empresas de Veículos Congeneres do Estado do Pernambuco Cegonheiros) . Manipulando a disputa dos cegonheiros pelas vagas da Fiat/Jeep e acusando o Sindicato dos Transportadores de Veículos do Município de Goiana-SINTRAGO, por suposta fraude.

Heracles de "cegonheiro"
Heracles atua falsamente, utilizando indevidamente o nome do Sintraveic-PE

Heracles agora como cegonheiro mostra-se bem relacionado e aparece em diversas ocasiões com o Deputado Federal por Pernambuco Pr. Eurico. O deputado tem se mostrado ferrenho atuante contra a Sada operadora da Fiat/Jeep e tem disparado, até mesmo em plenário, acusações de cartel contra sindicatos que não esteja do seu lado na disputa.

Dep. Pastor Eurico com Heracles Marconi a sua Direita. Extraído de RedeSocial/ Conteúdo Público
Dep. Pastor Eurico com Heracles Marconi a sua Direita. Extraído de RedeSocial/ Conteúdo Público

 

Surpreendentemente, Heracles Marconi, foi um dos nomes que apareceu entre os supostos “defensores” das vagas de transporte de carga para Pernambuco, apresentando-se como cegonheiro, conforme demonstra em suas redes sociais.

Já o deputado Pastor Eurico tem se mostrado ferrenho atuante contra a Sada operadora da Fiat/Jeep e tem disparado, até mesmo em plenário, acusações de cartel contra sindicatos que não esteja do seu lado na disputa.

Outro ativista contra a empresa Sada  é o deputado Gonzaga Patriota e na semana passada manifestou-se, no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, dizendo que a Fiat não estaria cumprindo a palavra de garantir as vagas para trabalhadores pernambucanos. Em discurso inflamado Patriota afirmou “nós vamos aguardar que a Sada vá embora lá pra Betim, que a Fiat “abra” para que os transportadores sejam de Pernambuco”.

E seguiu em tom ameaçador dizendo que se tal fato não ocorresse os ativistas anti-Sada e Fiat/Jeep buscariam aprovar uma lei nacional onde apenas os sindicatos locais de cada região poderiam realizar o transporte da produção. Ao finalizar o discurso Gonzaga Patriota desdenha “se sobrar… que possa sobrar um pouquinho lá pra Sada”.

Dep Gonzaga Patriota cúmplice de estelionato junto a Deputado Federal Pastor Eurico e Heracles Marconi Góes – o midas do crime.
Dep Gonzaga Patriota cúmplice de estelionato junto a Deputado Federal Pastor Eurico e Heracles Marconi Góes – o midas do crime.

Conforme esta lógica absurda, que em um determinado Estado só poderão atuar pessoas daquele estado  e “ se sobrar”, as pessoas oriundas de outros locais do país possam ter então direito a vagas e cargos. Então, alguém nascido em São Paulo, como é o caso do Deputado Pastor Eurico, deveria abrir mão de sua vaga como deputado para um pernambucano e “se sobrar” poderia atuar para representar o estado que não é o seu.

O cumprimento do Acordo e as perguntas importantes

Em sessão da Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE), diversos deputados se posicionaram favoráveis a decisão da Justiça que determinou a retirada dos caminhões-cegonha que ocupavam a região da fábrica da Jeep na BR-101 e além de pontos no Recife, deixando o transito da cidade ainda mais caótico, prejudicando a população.

Durante a sessão o deputado estadual Aluísio Lessa, por sua vez, esclareceu que a parceria entre a Jeep e a Sada atravessa décadas. E ressaltou que mesmo assim, a empresa atendendo ao acordo celebrado com Governo de Pernambuco, disponibilizou 650 postos de prestação de serviço para os pernambucanos. Em sua fala firme o deputado destacou “são 650 pernambucanos que estão lá. Muitos estão fazendo suas entregas.”  Por fim, o deputado questionou “a gente fica perguntando quem são esses que estão ocupando as pontes, e avenidas do Recife?” 

Afronta ao Livre Mercado

É importante ainda destacar que o suposto cegonheiro alinhado a deputados federais e investigado por diversos crimes, Heracles Marconi, em entrevista ao portal Anticartel incentivou ações públicas contra montadoras e importadoras. Isto, em nome de garantir a “abertura” do mercado no setor de transporte de veículos novos.

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Aparentemente, obrigar judicialmente a Jeep, bem como a Sada a viver as maravilhas desta “abertura de mercado”, onde quem decidirá quem as empresas devem ou não ter como empregado é o Estado, agora significa defender o “livre mercado”. Imaginem “se a moda pega” o desastre e o retrocesso que isto representaria para a economia brasileira. Por hora, continuaremos em busca de  desvendar os bastidores do jogo sujo envolvendo essa disputa, sempre mantendo o compromisso com a verdade, doa a quem doer!

O Acordo e o Frete Retorno

Quando o Polo Automotivo de Goiana (PE) se formou com a chegada da Fiat Chrysler, detentora da Jeep, por meio de incentivos do Estado para aquecer a economia e promover a geração de empregos, parecia ter tudo para dar certo. A Sada Transportes operadora logística da montadora, em 2015, anunciou vagas para motoristas de cegonha, motorista de pátio, conferente, auxiliar de logística e amarrado. E informou que respeitaria o acordo estabelecido com o Governo de Pernambuco destinando parte das vagas para mão de obra local e parte para mão-de-obra que já compõe a empresa no Centro-Sul, devido à prática do frete-retorno adotada pela Sada.

O frete-retorno consiste em trazer cegonhas (carretas) de Betim (MG) com modelos Fiat, e retornar com estas carregadas de modelos Jeeps para serem distribuídos nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O diretor comercial da SADA, Edson Pereira, em entrevista ao JC Online, em 2015 explicou porque utilizar o frete retorno :

“Esse modelo de logística foi desde 2013 para a unidade de Pernambuco. A estratégia vai poupar 23 mil viagens por ano, além de representar uma economia de 104 milhões de quilômetros, 42 milhões de litros de diesel e de reduzir 101 mil toneladas de dióxido de carbono”.

Mas, nenhum desses argumentos, nem as vagas de emprego que foram geradas direta e indiretamente foram suficientes para impedir que a ambição dos poderosos incentivasse a disputa entre cegonheiros.

Trata-se, na verdade, de um golpe manipulativo que mistura protestos, politicagem, ataques descabidos e “conselhos” até de quem já foi preso, por envolvimento com tráfico de drogas, receptação de peças de veículos e lavagem de dinheiro.

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Protesto forjado composto por falsos cegonheiros causa transtorno a Recife

José Milton Freitas, acusado de ser falso representante do Sintraveic-PE Sindicato dos Trabalhadores Autônomos e Microempresa de Veículos e Congêneres de Pernambuco), caso descumpra medida judicial, terá que encarar a multa prevista de 20 mil reais por dia.

A decisão da justiça atendeu a solicitação da Sada Transportes e Armazenagens contrária a José Milton Freitas, que vem sendo acusado de ser falso representante do Sintraveic-PE Sindicato dos Trabalhadores Autônomos e Microempresa de Veículos e Congêneres de Pernambuco). Em caso de descumprimento da medida judicial a multa prevista é de 20 mil reais por dia.

Os supostos cegonheiros causaram problemas ao trânsito do Recife castigando a população por diversos dias. Na Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE), diversos deputados se posicionaram favoráveis a decisão da Justiça e do governo do estado em combater a “balburdia” causada indevidamente, sob a falsa alegação que a Sada Transportes e Armazenagens S/A , operadora logística da Jeep, não estaria cumprindo o acordo com o governo do estado, de garantir postos de trabalho para os trabalhadores locais,  como enfatizou a  deputada estadual Terezinha Nunes. O deputado Aluísio Lessa afirmou que a Sada cumpriu o acordo e destinou 650 vagas para prestadores de serviço de Pernambuco.

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Pernambuco começou o mês de setembro colocando a casa em ordem, com o auxilio da Justiça. O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), através do juiz da comarca de Goiana(PE), determinou por meio de liminar a retirada dos caminhões-cegonha que se encontravam parados na BR 101 entre o km 13 e 15, região onde se localiza a fábrica da Jeep.

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Depoimento anônimo de um cegonheiro

“Sono é bicho traiçoeiro”, costuma dizer meu pai. Quem se sujeita a tomar rebite – um comprimido de anfetamina que funciona como uma estimulante e faz ficar acordado – dirige até mais do que isso. O rebite é como um velho amigo de guerra dos caminhoneiros, mas pode ser tão traiçoeiro quanto o sono.

Mesmo não tendo que transportar produtos perecíveis como cargas de frutas, por exemplo, os cegonheiros têm que fazer a viagem o mais rápido que podem. Isso significa rodar com o caminhão vazio, e as vezes carregado, 12 horas, com uma breve parada para uma refeição. A Lei do Descanso que estabelecia o descanso de 11 horas é também uma farsa. Muitos policiais rodoviários aceitam “uma gorjeta para o café” e deixam os caminhões rodarem. “Sono é bicho traiçoeiro”, costuma dizer meu pai. Quem se sujeita a tomar rebite – um comprimido de anfetamina que funciona como uma estimulante e faz ficar acordado – dirige até mais do que isso. O rebite é como um velho amigo de guerra dos caminhoneiros, mas pode ser tão traiçoeiro quanto o sono. O cansaço e a dificuldade de concentração também são outros responsáveis pelos acidentes que acontecem nas estradas todos os dias.

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Terrorista é preso após deixar 8 mortos e mais de 10 feridos nos Estados Unidos

Um canal de TV dos Estados Unidos, a CBS, divulgou uma foto que seria do homem acusado de ser o responsável pelo atentado que matou oito pessoas na tarde desta terça-feira (31), em Nova York. De acordo com a polícia da cidade, o homem teria planejado o atentado e chegou a alugar o caminhão que usou para atropelar as vítimas.

O chefe de polícia afirmou na conversa com jornalistas que o motorista era um homem de 29 anos, que foi baleado e levado a um hospital. A identidade dele foi divulgada com sendo Sayfullo Saipov. O governador de NY, Andrew Cuomo, disse que não há motivo para pânico na cidade, mas que a segurança será reforçada.

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Ainda de acordo com as autoridades de NY, seis pessoas morreram no local e duas foram declaradas mortas ao chegarem ao hospital. Onze pessoas feridas também foram transportadas para receber atendimento médico, de acordo com o chefe de polícia.

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De acordo com relatos de testemunhas, o homem na caminhonete entrou na contramão da rua, que fica próxima ao Rio Hudson, e invadiu a ciclovia. Ele seguiu com o veículo atropelando ciclistas e pessoas que estavam na pista por algumas quadras.

O carro também acabou batendo em um ônibus escolar, mas não deixou feridos entre as crianças.

Fonte: em.com.br

Falsa denúncia de Cartel e Falsa defesa da Livre Concorrência

As empresas que trabalham com seriedade e os verdadeiros cegonheiros seguem indignados dada a ação a ação indiscriminada dos integrantes da máfia que busca gerar instabilidade no mercado de transportes, e seguem levantando falsas denúncias com o intuito de pautar as ações do Ministério Público Federal e ludibriar até a Polícia Federal, para que o grande esquema que afronta a livre concorrência de fato, através de constrangimento, coação, estelionato e outros não seja descoberto.

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O que tem se evidenciado é que a bandeira tão alardeada da “livre concorrência”, por falsos cegonheiros e fabricantes de sindicatos de gaveta, bem como falsas federações, não passam de uma grande fachada. E disfarçados sob o manto de um discurso social e de defesa de direitos, a máfia dos falsos cegonheiros, falsos denunciantes, seguem angariando apoio de autoridades e personalidades formadoras de opinião. É fato que alguns caem no “canto da sereia” destes falsários, no entanto há uma parcela conivente, que também almeja se beneficiar do esquema, através da quebra de parcerias comerciais para favorecimento de empresas conhecidas por não respeitarem os direitos dos cegonheiros.

E dando nome aos bois vemos nessa disputa Transilva, Gabardo, e até uma empresa de ônibus que não possui qualquer registro de transporte de veículos, promovendo um verdadeiro bullying na tentativa de tirar do cenário a SADA, parceira logística da Jeep por anos. Para que essas empresas possam então firmar acordos de exclusividade. Desde quando isto é defender a livre concorrência? Desde quando isso é defender o direito dos cegonheiros?   E não é a primeira vez que este esquema é colocado em ação, o que se observa é que uma vez firmado os contratos de exclusividade, a “defesa dos direitos dos cegonheiros, e da livre concorrência acaba”. E como se mantém um esquema grandioso desses? Os indícios apontam para propinas que favorecem figuras do alto escalões das montadoras, que aparecem no enredo, favorecendo a quebra de contrato com a atual parceria logística, endossando a mudança para as empresas que fazem parte da maracutaia.

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É imprescindível que o MPF e demais autoridades investiguem quem tem financiado esses esquemas? Observem por que um único “peão” neste jogo de xadrez segue produzindo falsas denúncias, contra as empresas que apenas estão desempenhando seu trabalho. Este usa de escudo a “liberdade de imprensa”, mas a livre expressão não é parâmetro para endossar crimes, como por exemplo, realizar falsa denúncia, difamar, coagir.

Falando sobre isso, precisamos ainda frisar que o site que atuou espalhando falsos, conhecido como AntiCartel, transmutou-se em “Livre concorrência”, no entanto o que se constata é que este veículo de comunicação não é ANTI nem LIVRE, antes é A FAVOR e PRESO a uma das empresas envolvidas no esquema, ao falso sindicalista, e aos falsos cegonheiros que causaram balburdia em Pernambuco, para atacar a parceira logística da Jeep.

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Sem nenhum pudor este site defende o falso sindicalista Magayver, se baseou no advogado e falso-cegonheiro Heracles Marconi, e se isto não fosse suficiente deixou a máscara cair de vez ao criticar a empresa Bonança, por que a empresa estava participando da concorrência na Volkswagen. Só pela probabilidade de deixar a Gabardo e outras empresas para traz a Bonança parecer ter pisado nos calos da Gabardo, Transilva e outras. Isto despertou a ira do Sr. Ivens Carus responsável pelos falsos “Anti” e “Livre”, que segue disparando absurdos contra quem trabalha corretamente. Será isso medo de perder as fontes de financiamento?

Afinal, porque quem diz defender a “livre concorrência” parte para o ataque quando uma empresa nova ganha uma concorrência? O falso discurso de AntiCartel e livre concorrência cai na sarjeta, e esta postura de atacar empresas para favorecer outras demonstra que não há defesa de direitos dos cegonheiros, não luta pela livre concorrência. Resta apenas confirmar se tratasse da velha questão “ a defesa de quem paga mais”.

 

Fonte: Nem “livre” , nem “anti” . Os defensores da falsa livre concorrência

A ameaça a livre concorrência

Livre Concorrência

A máfia dos falsos cegonheiros está “mudando de pele para continuar usando os caminhoneiros como massa de manobra de forma a obrigar o estado a interferir em relações comerciais entre empresas privadas, eles resolveram modificar o discurso e surgiram com um termo “mais bacana”: livre concorrência.

A livre concorrência é um importante principio que garante a liberdade de escolha para quem está inserido no mercado econômico. Por exemplo, os consumidores tem liberdade de escolher em que padaria irá comprar pão, a padaria por sua vez, tem liberdade de escolher conforme os seus critérios quem serão seus fornecedores.

Em um mercado competitivo como o atual a livre concorrência permite que os agentes atuantes em atividades econômicas possam investir seus recursos, escolhendo como parceiros de mercado os que desenvolvam da melhor maneira possível sua atividade econômica. Sendo assim, a livre concorrência estimula que se mantenha no mercado os que são os mais capacitados para fornecer produtos e serviços de qualidade aos clientes.

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A tentativa de interferir na livre concorrência em Pernambuco

Quando a Jeep se instalou em Pernambuco utilizando da liberdade garantida pela livre concorrência, princípio aplicado à economia brasileira, e inclusive ao segmento dos transportes, escolheu manter como parceira logística a Sada Transportes. Mesmo sem qualquer obrigação legal e simplesmente por integridade, a Sada, mesmo sendo uma empresa privada, conforme foi informado em audiência pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco,  honrou o acordo de destinar uma parcela das vagas à mão de obra local, do estado de Pernambuco.

No entanto, os mafiosos, falsários e politiqueiros, esbravejaram contra a Jeep e Sada, causaram balburdia e tentaram colocar os caminhoneiros contra as empresas de forma a obrigar o Estado a interferir e gerar a quebra da parceria entre duas empresas particulares, que estão apenas exercendo seu direito de escolha.

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Que “livre concorrência” é essa que os envolvidos nessa máfia dizem que estão defendendo?

Afinal, o “barulho” feito quanto a livre concorrência por estes falsos cegonheiros e fabricantes de sindicatos de gaveta, mais parecem não passar de uma grande fachada, com esse discurso falso sobre preocupação social e livre mercado, os envolvidos no esquema angariam apoio de autoridades, seja por conveniência ou engano. E assim garantem a defesa dos interesses de empresas que reconhecidamente não respeitam a livre concorrência, ou os interesses dos cegonheiros. Atualmente, três empresas mostram-se dispostas a tudo para interferir na livre concorrência em nome de novos contratos Transilva, Gabardo, e até uma empresa de ônibus que não tem qualquer histórico de atuação no transporte de veículos.

Só será livre concorrência se beneficiar as empresas que fazem parte desse pavoroso esquema que engana, ameaça e desestabiliza o mercado de transportes atrapalhando a vida de quem está trabalhando corretamente?

Porque algumas autoridades têm defendido cegamente as falsas pautas sem investigar se de fato existe afronta a livre concorrência? Porque há políticos mudando o discurso e dizendo que defendem a “livre concorrência”, quando só fazem atacar a escolha das empresas até em plenário? O que eles ganham com isso?

Pois, o discurso da livre concorrência se encerra sempre que as grandes empresas conquistam o que buscavam, contratos astronômicos exclusivos, que monopolizam o mercado do transporte e não favorecem em nada os motoristas. E segundo denúncias recebidas estes contratos acabam sendo mantidos por meio de propinas a pessoas de alto escalão que exercem influencia sobre as montadoras.

Mas, uma coisa é fato a verdade sempre vem à tona, e não falta muito para que todo o esquema seja esclarecido. Então todos poderão saber quem são os peões neste esquema que recebem uma  “mesada” para blindar as empresas, à custa da falsa defesa dos direitos cegonheiros .